Minas Gerais – Origens

R$100,00

Livro de 416 páginas, 751 notas de rodapé e 226 ilustrações coloridas. Trata do descobrimento e povoação das Minas Gerais; causas da Guerra dos Emboabas e suas consequências – 1674 a 1710. ISBN 978-85-920654-0-9; CDU 981.028/031+033″17″.

 

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Descrição

Uma Historiografia Mineira, pode-se dizer, começou a se esboçar a partir do Segundo Império e adentrou a República através de seus mesmos autores, a maioria monarquistas formados pela Faculdade de Direito de São Paulo e/ou confrades do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, do Rio de Janeiro. Sua interpretação do Fato Histórico – apesar dos discursos e promessas à República – foi sempre marcada por um profundo bloqueio monárquico-reverencial, de maneira a afastar qualquer hipótese e a inibir até a cogitação de que o rei ou os seus oficiais pudessem ter errado ou cometido qualquer injustiça ou crime contra o Povo Brasileiro.

A nossa Constituição Federal de 1988 erigiu a História como o principal de todos os bens culturais a ser protegido pelos Três Poderes da União e por qualquer cidadão em particular, bem como, erigiu bases à criminalização dos danos causados pela mutilação, adulteração ou falsificação do Fato Histórico relevante para a História do Brasil, Geral ou Regional. A documentação histórica está hoje disponibilizada até na Internet. A picaretagem historiográfica está com os dias contados.

O Povo Brasileiro já vem tendo um progressivo acesso à inteireza dos fatos históricos; já começa a se aperceber de que, pode sim, não só perquirir os acertos e os erros de seus governantes de ontem, mas atribuir “para os beneméritos o galardão; o indulto para os que erraram bem-intencionados, e a execração para os perversos”.

A História é o Mestre da Vida. Assim, o Povo Brasileiro a cada dia se apercebe mais de que também os governantes de hoje, caso cometam crimes ou outros danos à Nação Brasileira, podem ser encaminhados à Justiça para que, sendo o caso, sejam condenados e responsabilizados civil, administrativa e penalmente, como qualquer pessoa, pois, a Lógica Formal é Republicana e não comporta reverência.

O autor desse livro não tem ligação acadêmica a qualquer faculdade de história ou sociologia.Este livro é fruto do seu trabalho pessoal, sem qualquer ajuda do CNPQ, da FAPEMIG ou de qualquer outra entidade cultural estadual ou federal. Portanto, não contou com equipes de pesquisadores financiados por esses órgãos, como sói acontecer na maioria das teses acadêmicas.

O autor fez pessoalmente todas as pesquisas bibliográficas e primárias aos arquivos físicos e virtuais do Brasil e do Ultramar, sem precisar sair do Brasil; trasladou pessoalmente os textos setecentistas para o português atual, ordenou-os cronologicamente e por assunto e os estudou durante cinco anos. Trata-se, pois, de pesquisador independente que não faz concessões, a não ser à Lógica Formal investigativa. Também diferentemente da pretensiosa vaidade acadêmica, o autor, não só admitiu que este seu livro, como qualquer outro, pode conter imprecisões, como pediu e agradeceu antecipadamente todas as críticas que se lhe fizerem e, para isso, disponibilizou o seu próprio e-mail pessoal: tjmar@tjmartins.com.br

Enfatizou seu entendimento de que a História é o principal de todos os bens culturais protegidos pela Constituição Federal de 1988 e que qualquer distorção, mutilação ou adulteração de suas verdades fáticas pode ser considerada crime, caso seu autor, inteirado de seus comprovados deslizes, não os reparar em segunda edição e/ou em página cibernética de errata com o título de sua obra, função que agrega à presente página de seu site pessoal.

Consigne-se que este livro, que focaliza o período de 1674 a 1710, é o primeiro da série que seu autor está escrevendo, indo desde os Primórdios das Minas Gerais, até o ano de 1734, quando foi instituído e implantado o Imposto da Capitação apenas para a Demarcação Diamantina

Informação adicional

Peso 0.52 kg
Dimensões 25 x 15 x 5 cm