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Quilombos Luízes, Mangueiras e Manzo Ngunzo Kaiango (de Belo Horizonte – MG)

O mano João Pedro (srmadruga@rocketmail.com) pediu para comunicarmos a todos os nossos quilombolas, amigos e protetores do MGQUILOMBO a notícia do lançamento do documentário sobre as comunidades Luízes, Mangueiras e Manzo Ngunzo Kaiango (de Belo Horizonte – MG), em agosto de 2015.

“Belo Horizonte – O documentário Vozes da resistência: os quilombos urbanos de Belo Horizonte, com argumento e direção de conteúdo do defensor público federal Estêvão Ferreira Couto – titular do Ofício de Direitos Humanos e Tutela Coletiva da Defensoria Pública da União em Belo Horizonte – e direção geral de Zuleide Filgueiras, servidora da unidade, é um longa-metragem, com 1 hora e 40 minutos de duração, que tem como tema central a questão da regularização fundiária do território de três comunidades quilombolas da capital mineira: Luízes, Mangueiras e Manzo Ngunzo Kaiango.

Assistidas pela DPU em Belo Horizonte, as comunidades buscam a segurança jurídica do direito à propriedade, resistindo e lutando pela garantia de salvaguarda de seu território.

Apesar do termo quilombo remeter ao passado histórico do Brasil colonial e imperial e evocar a ideia da resistência à escravidão, o conceito de quilombo, abordado no documentário, ultrapassa o significado do binômio fuga-resistência, trazendo a atenção do espectador para a contemporaneidade, a partir da luta dos movimentos sociais por direitos e reparação no contexto atual das relações interétnicas brasileiras.

Além do enfoque na titulação das terras, o documentário mostra a importância do espaço do quilombo para a identidade quilombola, já que as comunidades relacionam-se com o território ocupado há muitos anos, compartilhando em grupo tradições e práticas culturais herdadas dos antepassados.

Participam como depoentes do documentário os defensores públicos federais Estêvão Ferreira Couto e Giêdra Cristina Pinto Moreira e algumas cenas foram filmadas nas dependências da DPU em Belo Horizonte.

Assista um fragmento de 6 minutos do documentário, cujo enfoque é a atuação da Defensoria Pública da União na causa quilombola.

O documentário completo, com 1 hora e 40 minutos de duração, tem previsão de finalização e lançamento para agosto de 2015.

GMF/MGM

Assessoria de Comunicação Social – Defensoria Pública da União“.