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FÓRUM ÁFRICA e CINECLUBE AFRO SEMBENE

18/04/2015 – 19 horas – FÓRUM ÁFRICA e CINECLUBE AFRO SEMBENE Convidam Sessão especial em homenagem à independência do Togo (27.04.1960) e Serra Leoa (27.04.1961). “Hoje” – Alain Gomis (Senegal) e “O Samba do Cururuquara” – Renato Cândido (Brasil) Local: PUC CONSOLAÇÃO – Rua Marquês de Paranaguá, 111 – sala 20 Travessa Rua da Consolação – próximo ao Mackenzie – entre metrô República e Paulista Informações: www.cineclubeafrosembene.blogspot.com.br – cineafrosembene@gmail.com

Sobre os filmes

Título: Hoje (Aujourd’hui) – fiçção

Sinopse: A morte avisa, na véspera, quem será levado no dia seguinte, dando à pessoa tempo de fazer intensa releitura de sua vida. O personagem Satché é interpretado pelo ator, poeta e músico nova-iorquino Saul Williams.

Elenco: Saul Williams/Satché. Djolof Mbengue/Sélé. Anisia Uzeyman/Rama. Aïssa Maïga/Nella. Mariko Arame/Mãe Satché.

Gênero: Drama/Experimental.

Diretor: Alain Gomis.

Duração: 1h25m.

Ano de Lançamento: 2012.

País de Origem: Senegal.

Idioma do Áudio: Francês/Wolof.

Legendas: Português.

Curiosidades: “É um filme sobre o presente, sobre o valor de cada instante, a única coisa que possuímos”, declarou Alain Gomis.

Título: O Samba do Cururuquara – documentário

Sinopse: O documentário aborda uma das manifestações culturais da cidade de Santana de Parnaíba, o samba de bumbo. Por ocasião da libertação dos escravos, em 13 de maio de 1888, os recém-libertos juntaram a alegria festeira à religiosidade para resolver o que fazer da vida e festejar o futuro. Surgiu assim, o Samba do Cururuquara.

Gênero: Documentário. Diretor: Renato Cândido.

Duração: 40m.

Ano de Lançamento: 2012.

País de Origem: Brasil.

Áudio: Português. Sem legendas.

Curiosidades: Um dos sambadores do Cururuquara que estava presente ao lançamento e aprovou o documentário foi Norberto de Oliveira Rocha, bisneto do ex-escravo Leandro Manoel de Oliveira. Ele, que vive até hoje no bairro do Cururuquara, acredita que o vídeo vai ajudar para que a tradição continue viva. “O documentário ficou maravilhoso. Ele mostra um pouco da Festa do Cururuquara e a dificuldade que encontramos para que esta tradição não se perca. Temos a preocupação de ensinar as crianças do bairro para que elas continuem com esta festa quando não estivermos mais aqui”, disse Norberto.

ENTRADA FRANCA. Porém pede-se a voluntária colaboração de 2 kilos de alimento não perecível. Ou roupas, calçados, cadernos, livros, revistas, material de higiene e limpeza. Serão doados ao Arsenal Esperança/Missão Paz, que acolhe diariamente centenas de estrangeiros, inclusive africanos.

Realização: Fórum África – Apoio: Cabeças Falantes