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Quilombo do Campo Grande, a História de Minas que se Devolve ao Povo

Quilombo do Campo Grande
A História de Minas que se Devolve ao Povo
O LIVRO DAS MINAS GERAIS SETECENTISTAS
Download gratuito Disponibilizado

O Século XVIII, no que diz respeito à nossa Historiografia, nunca foi o Século das Luzes. Ao contrário, foi sempre o século da escuridão, não só para a Historiografia, mas também para a Literatura, Teatro e Cinema brasileiros.

Um dos símbolos da nossa ignorância sobre os anos setecentos é a repetida utilização de armas de fogo a espoleta e até de dois canos, refletida nas obras cinematográficas sobre o ficto Chico Rei, Chica da Silva e, pasmem, até no mais recente filme sobre Tiradentes. Ora, a espoleta das armas de fogo só foi inventada no final do século XVIII e divulgada somente ao início do Século XIX. Isto, porém, é só um dos símbolos da escuridão de que falamos, pois, a nossa ignorância sobre os anos setecentos é muito maior que isto. Leia o livro de Tarcísio José Martins e vai descobrir – estupefato – do quê estamos falando.

Segundo a crítica avalizada, os poetas, romancistas, teatrólogos e cineastas que lerem esse livro poderão, doravante, mostrar os anos setecentos com cenas iluminadas, claras e localizáveis, pois o autor deu rumo, latitude e longitude a cada fato que documentou. Devolveu a Geografia à História. Este é um dos maiores orgulhos do autor Tarcísio José Martins.

Realmente, a crítica inteligente – que leu este livro – tem repetido que tudo que existia escrito sobre os anos setecentos brasileiros foi reexplicado, complementado, refutado ou detonado pelo livro “Quilombo do Campo Grande – a História de Minas que se Devolve ao Povo” que, sem dúvida, acendeu, diretamente para os Professores e alunos de primeiro e segundo graus, as luzes do Século XVIII brasileiro.

Outro grande orgulho do autor: Chegando às faculdades de História e/ou de Sociologia, esses alunos, orientados por seus professores de 1º e 2º graus, já começaram a se rebelar contra os equívocos bibliográficos e dogmáticos que alguns orientadores ainda tentam impor às teses de mestrado e doutorado, quebrando, assim, a corrente da preservação, da reprodução e do ensino errados da nossa história setecentista, mormente sobre a contribuição negra à construção de nossa Pátria.

Assim, apesar de este livro tratar da História mineira, paulista, goiana, etc. dos anos setecentos, manteve o título principal de Quilombo do Campo Grande, não só para dar destaque a este fato histórico, que seu autor reputa o mais importante da nossa História setecentista, mas também porque, como um quilombola, teve de declarar guerra à falsa historiografia, sem quartel a princípio, mas, depois, aquilombada neste MGQUILOMBO e, desde 2002, em alguns setores mais progressistas do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais – IHGMG.

Apesar de não ser rico em bens materiais, o autor publicou à custa de seu próprio bolso, pela Santaclara, em agosto de 2008, uma pequena tiragem desse livro, a qual disponibilizou no site MGQUILOMBO, sendo, uma parte distribuída às Escolas, Bibliotecas e outras entidades públicas, mas principalmente, para Professores do ensino público de 1º e 2º graus. A maior parte foi vendida a preço de custo, via correio. O livro está esgotado desde maio de 2010.

Agora, em mais uma homenagem aos Guerreiros da Revolução Cultural, a única revolução possível e sem sangue físico, nossos Professores de 1º e 2º Graus, o autor está disponibilizando todo o texto de seu livro de 1035 páginas, através download gratuito para leitura, arquivo e/ou impressão.

Em troca, pede-lhes críticas e sugestões para que, numa terceira edição, o livro possa ficar melhor e mais útil ainda. O download vai demorar um pouco, pois são 1034 paginas, com 2748 notas de rodapé. Mas você vai ganhar, de graça, um manancial de informações organizadas da História de Minas Gerais.

Clique aqui e confira, baixe e grave e/ou imprima.

MGQUILOMBO – 21.08.2010.

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Agradecemos também aos manos doManumento, Arquitetura e Artedo Ceará-BR